Testes com a cloroquina é interrompido para novos estudos após a morte de 11 pacientes 

15/04/2020

A cloroquina, o medicamento amplamente defendido por alguns como a cura para o novo coronavírus, tem estado no centro de várias discussão por parte de especialistas. O seu estudo preliminar tinha sido liberado em pacientes no país. Entretanto depois de 11 pacientes submetidos aos testes terem morrido, supostamente pelos efeitos colaterais da dosagem do medicamento, o estudo foi interrompido. Os pacientes submetidos aos testes receberam uma dose alta de cloroquina (600mg duas vezes ao dia por 10 dias, uma dose total de 12g) ou uma dose baixa de 450mg por cinco dias, duas vezes somente no primeiro dia, uma dose total de 2,7g), Todos também receberam ceftriaxona e azitromicina como parte do tratamento. Uma limitação da pesquisa é que nenhum dos envolvidos recebeu placebo (substância inerte). No sexto dia de testes, os pesquisadores interromperam o estudo antes do previsto depois que alguns pacientes do grupo que recebeu dose alta do medicamento morreram. Os que sobreviveram passaram a receber uma dose baixa. Para os pesquisadores, embora a cloroquina seja usada com sucesso a mais de 70 anos no tratamento da malária, usá-la em altas dosagens para tratar COVID-19 "pode ser tóxico". Eles solicitaram mais estudos sobre o medicamento. De verdade no momento é que ainda não existe nenhum tratamento aprovado pela Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA, em inglês, como alguma postagens nas redes sociais, a agência autorizou foi o uso emergencial no tratamento de pacientes hospitalizados com covid-19