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Dinheiro da suposta rachadinha pode ter alimentado o esquema de construção de imoveis da milicia carioca

26/04/2020

As investigações do Ministério Público do Rio de Janeiro, parecem revelar uma nova utilização para os recursos arrecadados no suposto esquema de rachadinhas no antigo gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro. O desenrolar das investigações apontam que os lucros do esquema teriam financiado a construção de imóveis ilegais erguidos pela milícia carioca. Sob a condição de anonimato, responsáveis pelas investigações afirmam que "O investimento para as edificações levantadas por três construtoras foi feito com dinheiro de rachadinha, coletado no antigo gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio". O cruzamento de informações bancárias de 86 pessoas suspeitas de envolvimento no esquema ilegal, e que tiveram seus sigilos quebrados pela justiça do Rio de Janeiro, apontam que os recursos do esquema serviu para irrigar o braço imobiliário da milícia. Repasses periódicos feitos por Adriano da Nobrega, morto em fevereiro em uma operação policial na Bahia e pelo ex assessor do político Fabricio Queiroz ( que a propósito, continua desaparecido), eram os lucros dos investimentos dos prédios.