38 grupos empresariais pedem a demissão de Ricardo Salles

08/07/2020

O ministro Ricardo Salles, que já não possuía qualificações técnicas (competência) para estar à frente da pasta, em razão de sua inoperância frente a devastação da Amazônia. Agora já não tem moral e ética para tal. Depois de empresa internacionais boicotarem produtos nacionais por conta da destruição da floresta, agora, uma grupo de 38 controladores ou presidentes de grandes grupos empresariais, encaminharam uma carta-manifesto ao presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal, o vice-presidente Hamilton Mourão, exigindo providências em relação da devastação das florestas. O texto, embora sem mencionar o nome, solicita a demissão de Ricardo Salles e o acusa de impulsionar o desmatamento. Os números estão aí, para quem quiser ver. O grupo diz "acompanhamos com atenção e preocupação impacto nos negócios da atual percepção negativa da imagem do Brasil no exterior em relação às questões socioambientais na Amazônia", e conclui. "Essa percepção negativa tem um enorme potencial de prejuízo para o Brasil, não apenas do ponto de vista reputacional, mas de forma efetiva para o desenvolvimento de negócios e projetos fundamentais para o país". Assinam a carta importantes empresas como , Ambev, Vale, Natura, Shell, Siemens, Bradesco, Itaú, JSL, entre outros. A carta foi enviada ontem , segundo o Valor Econômico. A carta, além de endereçada ao vice-presidente Mourão, foi também encaminhada aos presidentes do Supremo Tribunal Federal, José Antonio Dias Toffoli, da Câmara, Rodrigo Maia, do Senado, Davi Alcolumbre, e ao Procurador-Geral da República, Augusto Aras. Embora os termos do documento tentam não confrontar o governo, a mensagem é clara. Os líderes acreditam que de pouco adianta nesse atual momento uma campanha brasileira no exterior, isso não irá reverter a situação e será apenas gasto de dinheiro público. Lembrando que de acordo com nossa reportagem de ontem o programa Verde Brasil 2, gastou menos de 1,0% dos valores destinados a ele, e isso fez líderes empresariais se manifestarem e pedirem ações socioambientais efetivas. O fora Salles é quase um ultimato.