Juiz de Fora em Minas Gerais foi selecionada para testar substancia em teste do Ministério de Ciência Tecnologia e Inovação

30/06/2020

Juiz de Fora e a segunda cidade do Brasil e integrar um projeto do Ministério de Ciência Tecnologia e Inovação, para o teste de substâncias para o tratamento precoce da Covid-19. A substância utilizada nos testes clínicos será a nitazoxanida, princípio ativo dos antivirais, vermífugos e anti parasitários mais conhecidos como Azox e Annita. O ministro Marcos Pontes estará pessoalmente na cidade hoje (30) para participar do lançamento do estudo, cujo objetivo é verificar os efeitos do uso precoce da medicação em pacientes do coronavírus com sintomas gripais. O projeto tem direção do Hospital Maternidade Therezinha de Jesus (HMTJ), apoio da Prefeitura de Juiz de Fora e acontecerá por meio de atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Santa Luzia para captação de voluntários para desenvolvimento de Terapia Clínica para enfrentamento da Covid-19. De acordo com Pontes, o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) identificou cinco remédios com potencialidade para combater a replicação do novo coronavírus. Um deles foi a nitazoxanida. O medicamento entrou em fase de testes, a primeira fase foi através de IA (Inteligência Artificial) a segunda testes in vitro e nesse terceira fase 500 pacientes , internados em 21 hospitais pelo país participarão. Na etapa in vitro, os testes alcançaram 94% de inibição da carga viral nas células mestres. O HMTJ foi escolhido pelo Ministério da Ciência por atender as condições necessárias ao projeto e disponibilizou equipe para as ações que começaram na semana passada em teste piloto, estendendo-se por mais quatro semanas. O objetivo final é avaliar a carga viral, os sintomas respiratórios, a taxa de internação hospitalar e os parâmetros inflamatórios num determinado período de tempo, entre o primeiro e o oitavo dia, que abrange a procura inicial e o retorno do paciente com Covid-19, após tratamento com nitazoxanida por cinco dias comparado ao placebo, (ou seja pacientes que acreditam estar sendo medicado mais serão somente acompanhados).

Por. Amanda Andrade, G1 Zona da Mata