Até aqui nos ajudou o Senhor

Incompatibilidade de gênio 

15/06/2019
Foto Divulgação/Arquivo da Internet
Foto Divulgação/Arquivo da Internet

Na semana dos namorados, parecia que as coisas começavam a se ajustar entre legislativo e executivo, até a reforma da previdência começava a dar uns pequenos passos rumo a aprovação. Ai o super ministro da economia solta uma bomba daquelas e diz que o Congresso cedeu ao que chamou de "lobby de servidores" e que as modificações feitas no relatório final podem abortar a nova Previdência. Estas declarações irritaram o presidente a Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) ele disse "pela primeira vez o Parlamento vai ser bombeiro e não incendiário". e afirmou que o ministro Guedes foi injusto no que diz respeito às modificações feitas ao relatório final. Sem estas alterações e se fossemos depender das articulações do governos, teríamos 50 votos e não os 350 esperados. As modificações ainda vai aprovar uma reforma na ordem de 900 bilhões e vou continuar trabalhando para incluir prefeitos e governadores. "Essa não é a reforma de Bolsonaro, é a reforma do Brasil" e que o projeto será aprovado "apesar das confusões do governo. As declarações do ministro Paulo Guedes reforçam esta usina de crises que se tornou o governo, mas a Câmara está blindada e vai trabalhar para votar a reforma da Previdência neste semestre. Essa é a nossa responsabilidade". afirma Rodrigo Maia. Depois de uma declaração bombástica como esta do ministro, o clima de suposta harmonia que o presidente Jair Bolsonaro disse ter com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), foi parar no brejo.